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Mesmo alertados, patrões não melhoram qualidade do feijão de Cesta Básica
O feijão entregue na Cesta Básica, desde o mês de junho, não segue o padrão de qualidade que consta na cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho – 2010/11, e a demora de até 90 (noventa) dias para entregar em algumas residências dos trabalhadores (as) têm causado um descontentamento generalizado.
De acordo com o Parágrafo 1º da Convenção Coletiva - As empresas fornecedoras de cesta serão centralizadas pelo SP-URBANUSS com o intuito de uniformização dos produtos que deverão ter melhor dentre as marcas adotadas e composta com 4,0 Kg de Feijão Carioca Tipo 1 (De primeira qualidade).
A diretoria do Sindicato alertou o setor patronal, dos problemas que a empresa CALVO, provocou para os trabalhadores, que receberam e deixaram de receber seu benefício corretamente. Só que infelizmente a falta de respeito continuou e as reclamações triplicaram nas garagens.
Segundo informações obtidas pelo presidente do sindicato, Isao Hosogi (Jorginho), as fornecedoras Nostra-Mama e Inveco Empório, perderam a concorrência para a CALVO por uma diferença de apenas R$ 0,50 (cinqüenta centavos). “O Eduardo – um dos responsáveis do Grupo VIP – e que faz parte da Comissão que faz as cotações das cestas, me garantiu que tais falhas não ocorrerão mais” disse.
As empresas Stª Brígida, Viação Gatusa optaram em não mudar de fornecedor, ou seja, descumpriu a absurda orientação do sindicato dos patrões, e garantiram a satisfação de seus funcionários. Em contrapartida no Grupo Sambaíba, tinha mais de 300 que fazia 30 dias que não recebiam, e 45 com mais de 60 dias de atraso. Na Viação Novo Horizonte, muitos tiveram que aguardar 90 dias de espera.
Por Nailton Francisco/Adelle Honain 28/07/2010
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