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Ela faz parte de nossa história PDF Imprimir E-mail

Funcionários que constituem a história da entidade

 

Nestes setenta e seis anos de existência, muitos dos integrantes do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário e Urbano de São Paulo, contam a forma pela qual contribuíram com a construção da história da entidade e como fizeram parte dela. Para tanto, homenageamos no mês de junho a advogada Trabalhista Dra. Claudia Maria da Silva que entrou no Sindicato no dia 28 de julho de 1980, ou seja, 30 anos ao lado da categoria.

 

A colaboradora começou sua carreira no Departamento Administrativo e após quatro anos passou para o Departamento Jurídico onde atuou na área Trabalhista, foi encarregada, e teve sua primeira formação em Letras, e posteriormente em Direito, passando para o quadro de advogados onde permanece há 20 anos. ” A categoria é muito especial pra mim e eu adoro dar plantões.  Já acompanhei muita coisa aqui com a categoria, que é muito sofrida. Plantei também muitos amigos aqui”. Diz.

 

Dra. Claudia é considerada um patrimônio da entidade por ter percorrido o desenvolvimento do Sindicato em toda sua carreira, participando de todos os eventos a favor da causa dos motoristas de transporte rodoviário e urbano do Município, desde greves até assessoria a associados e colaboradores da entidade.

 

A advogada conta que muitos casos marcaram sua carreira, dentre eles o do motorista José Pereira dos Santos, o qual foi dispensado da SPTrans mesmo sendo antigo funcionário e possuindo graves problemas de locomoção. A advogada o assessorou promovendo uma ação trabalhista rescisória, de modo a vencer a ação, o que foi uma vitória muito grande não só para o motorista como para o sindicato. Segundo Dra. Claudia, o caso ocorreu há mais de 15 anos e a marcou muito.

 

Ela considera que atualmente os associados têm um conhecimento bem maior dos seus direitos, o que antigamente era uma relação bem diferente com os patrões. Os motoristas reivindicam seus direitos e procuram se informar ligam ou vão ao sindicato para o acompanhamento de seus processos.

 

“O que eu vejo na maioria das vezes, são reclamações de motoristas que são maltratados, não são ouvidos quanto a seus problemas, não são atendidos ou não solicitam retorno para o esclarecimento de suas questões. Falta esse carinho com o motorista, um lado realmente mais humano, de mais respeito.” Ainda completa, (..)” isso o que eu mais gosto daqui de atender e esta  próxima do motorista.” Diz a advogada que cita a melhoria diária do fator relacionamento do sindicato, não somente para com seus associados como com seus colaboradores.

 

Por Nailton Francisco/Adelle Honain 23/06/2010

 

 
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