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Arrastões em ponto de ônibus puxam alta nos roubos e preocupam polícia

17/05/2017

SÃO PAULO - Os assaltos durante a espera pelo ônibus são um crime cada vez mais comum em São Paulo. Investigações da polícia indicam que os arrastões nos pontos, em que até dez pessoas são roubadas de uma vez, se tornaram freqüentes e impedem a queda do número de roubos na cidade. O objeto mais procurado é o celular. Na maioria dos casos, os assaltos acontecem pela manhã, por volta das 6 horas, quando as vítimas estão a caminho do trabalho.

A advogada Helena (nome fictício), de 30 anos, foi vítima de um arrastão no ponto de ônibus perto da sua casa, na Vila Cangaíba, zona leste. “Cheguei um pouco antes das 7 horas, quando um homem armado atravessou a calçada para roubar celulares das seis pessoas. Um segundo bandido se aproximou e ajudou na ação.” Helena tentou fazer o boletim de ocorrência pela internet, não conseguiu e acabou desistindo. Hoje, o marido a leva de carro até uma estação do metrô.

 

Com a universitária Rafaela (nome fictício), de 22 anos, a abordagem foi feita à noite. Eram 20h30 quando ela saiu da faculdade e seguiu na direção do ponto que fica nas proximidades da Avenida da Liberdade, no centro, para voltar para casa. Rafaela foi surpreendida por um homem de bicicleta e armado com uma faca. O ladrão tentou segurá-la, mas ela correu e acabou dominada. O bandido levou a bolsa com documentos pessoais, cartão de banco e um celular que havia acabado de comprar.

Fonte: Folha de São Paulo

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